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Fumar é uma escolha. Estranhas escolhas, estranhas histórias.


Qual escolha você faria?

Caso 1 - Tatiane e seu marido são fumantes e estão tentando engravidar, já há algum tempo, sem sucesso. Seu médico os aconselhou a pararem de fumar explicando que o cigarro pode prejudicar a fertilidade. Ela está pensando na possibilidade de deixar de fumar mas, na verdade, não acredita que o cigarro colabora com a infertilidade.

No lugar dela o que você faria, deixaria de fumar para ver se facilita a gravidez ou partiria para tratamentos mais invasivos?


Caso 2 - Hortência é fumante e teve câncer de mama. Colocou por 3 vezes, próteses mamárias, mas todas são rejeitadas. A luta dura 5 anos. Seu médico a aconselhou parar de fumar, uma vez que o cigarro prejudica a cicatrização e pode estar 'colaborando' para as rejeições. No lugar de Hortência, o que você faria, pararia de fumar para tentar uma quarta vez ou abriria mão da prótese?


Caso 3 - Rogério, fumante, conheceu uma mulher bem bacana, bonita, alegre, divertida e está apaixonado. Está mesmo bastante feliz com o relacionamento, exceto por um motivo: sua namorada não permite que ele fume em seu apartamento. Rogério, acostumado a acender seu cigarro após as refeições, após uns drinques, após o sexo, assistindo o futebol, cozinhando, tem que descer e ir até à rua para poder fumar e isso, para ele, é muito chato, um incômodo mesmo. Está pensando até em terminar o relacionamento. No lugar dele, você deixaria de fumar ou acabaria com o relacionamento?


Quer saber o que eles fizeram? Nenhum deixou de fumar. Escolheram a infertilidade, a retirada das próteses mamárias e o fim do relacionamento.


Trago estes casos verídicos (os nomes foram trocados) não para criticá-los, mas para que o leitor reflita em como este vício maldito, a maldita dependência da nicotina, pode deixar 'cegos' os usuários e levar o fumante a fazer escolhas erradas, muito erradas, escolhas que levam a autodestruição.

É preciso deixar claro que o cérebro (inconsciente) arruma desculpas para estas más escolhas: 'é o meu corpo que não aceita as próteses, não tem nada a ver com o cigarro"; "não engravido porque não chegou a hora, não tem nada a ver com o cigarro"; "não posso aceitar um relacionamento onde 'as regras' só beneficiam um lado, tem que ser bom para os dois. Isto serve para tudo, não é só por causa do cigarro".

E por que o cérebro faz isso? Porque ele já se acostumou a produzir a dopamina (neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar) estimulado pela nicotina e não quer reaprender a produzi-la sozinho. É como se o inconsciente falasse assim: "Continue fumando, não quero ter o trabalho de produzir dopamina sozinho, sem a nicotina'.


Mas o que fazer quando o vício domina o fumante e o deixa totalmente vulnerável? Como se livrar da dependência? Como fazer as escolhas certas?

Não existe um caminho único para o fumante parar de fumar. Aliás, encontramos muitas 'fórmulas mágicas' na internet mas, na verdade, para cada pessoa, o caminho é único, isto é, cada fumante tem seus motivos para fumar, tem seus próprios motivos para deixar de fumar, tem suas próprias dificuldades, tem seus próprios limites, portanto, o caminho para liberdade é construído pelo próprio fumante.


Mas, como?

Lembre-se que você tinha uma vida antes de ser fumante, isto quer dizer que seu cérebro produzia dopamina sozinho, sem o estímulo da nicotina. A dependência criada pelo consumo do cigarro pode ser revertida a partir do momento que você deixar de ingerir nicotina. Com alguns dias apenas seu cérebro voltará a produzir a dopamina novamente de maneira espontânea e a sensação de bem-estar voltará a fazer parte de sua vida, de seu dia-a-dia.

Ainda que nos primeiros dias você não ache muita graça em nada procure fazer coisas que te deem prazer como ler um bom livro, assistir a uma série na TV, ir ao cinema, fazer esportes, fazer atividades ao ar livre, conviver com a família, enfim, faça o que você sabe que te dá prazer. Identifique os momentos prazerosos e perceba que você não precisou da nicotina para curtir.


2) Use e abuse da sua fé

A medicina já reconhece que pessoas que possuem uma fé, uma crença, conseguem se curar de doenças, conseguem superar dificuldades com maior chance de sucesso do que os pacientes que não professam fé alguma.

Independente de sua religião, apegue-se a sua fé e peça ajuda. Muitos, muitos ex-fumantes relatam que, após orarem e pedirem ajuda, o cigarro passou a ter um gosto 'estranho' e acabou ficando 'muito ruim' fumar.


Identifique os motivos que te fazem querer parar de fumar. Foque neles e não deixe que seu cérebro te faça optar por escolhas erradas, estranhas, escolhas autodestrutivas. Escolha o caminho da saúde, da liberdade e da felicidade. Você pode e deve isto para você mesmo! Conte com o 'LIVRE! sem fumar' na sua caminhada. Sucesso!

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